Sábado, 08 de Agosto de 2020
No mundo do Turismo

O confinamento e a reabertura do turismo

Publicada em 28/07/20 às 14:19h - 46 visualizações

por Rosi D Portilho


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 (Foto: iStock/ FJZEA)

Nunca mais seremos os mesmos depois desse evento que se iniciou em março deste ano e que talvez se prolongue ainda por um tempo. 

As pessoas se obrigaram a ficar confinadas em suas casas, deixando de lado hábitos e estilo de vida que levaram até então.

Um destes hábitos e estilo de vida, a meu ver, super saudável para a saúde emocional, psíquica e se tratando do macrocosmo para a saúde econômica do pais, seria o turismo

Quando as pessoas programam uma viajem ou um passeio sozinho ou com a família com o intuito de conhecer novos lugares, respirar novos ares, ao mesmo tempo, internamente estará se renovando, se reciclando, expandido novos horizontes internos, novas perspectivas. Automaticamente todo o corpo físico responde gerando endorfinas trazendo bem-estar e prazer. Entretanto, tomados de pânico e medo e com a obrigatoriedade de ficar em casa - o que seria o ideal se torna quase impossível.

Entramos então num impasse: a saúde emocional e psíquica da população versus uma obrigatoriedade talvez rigidamente imposta por conta de questões que não seja conveniente adentrar -  nem o objetivo nesse momento. 

Fica aqui uma reflexão sobre o tema – sobre as nossas prioridades nas nossas vidas.  

Onde colocamos o nosso foco e nossa energia: no bom, bonito e belo ou no medo, no pânico que nos impõem e acabamos por aceitar sem questionar. 

Normalmente as pessoas que possuem o hábito de olhar a vida por esse prisma nem cogitam que poderia ser diferente. Mesmo estando no caos, sempre existe um outro modo de olhar as experiências e o momento atual.

Existem diversas maneiras de passar por esses tempos turbulentos sem grandes prejuízos emocionais/afetivos, psíquicos e também – porque não –  financeiros.

Com o olhar de terapeuta, procuro embasar as minhas escolhas dentro da visão quântica das coisas. Einstein nos deixou como legado a definição que a realidade depende do observador.

Além disso, vivemos num planeta polarizado: tudo é dual – positivo ou negativo. Baseada nisso, eu vejo que posso escolher o caminho que devo seguir, o aprendizado que devo extrair de todos os acontecimentos.

O mesmo fato pode ser visto de diversas maneiras....dependendo do ângulo que focarmos a nossa atenção.

Se sou obrigada a ficar em casa e não posso sair, de que maneira posso fazer com que essa experiência se torne agradável e o menos pesado possível? 

Até que ponto a convivência com os meus está sendo positiva ou enriquecedora? Ou ao contrário, irritante e insuportável?

Às vezes não conseguimos dar o pulo do gato sozinhos pois nossas habilidades residem em setores mais pragmáticos. Então, a meu ver seria a hora de buscar ajuda de pessoas habilitadas que talvez possam auxiliar nesse processo – que não precisa ser doloroso.

                                          






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